A ala política do governo indica que a demissão do ministro seria uma possibilidade para dividir o Ministério da Economia em outros 2: o do Planejamento e o da Fazenda, como era antes do governo Bolsonaro.
Reclamações mais recorrentes: a leitura do registro; que não corresponde com a realidade do mês, demora da ligação, cobranças de valores de forma abusiva, despreparo, falta de organização e respeito da empresa durante o atendimento, e queda do fornecimento de energia nos bairros do interior do Estado