Estilo e Cores

Na tarde do último sábado, dia cinco, a consultora de imagem e estilo Rita Heroína brindou um seleto grupo de convidados com uma palestra intitulada: O Poder das Cores na Imagem Pessoal. Nas dependências do Iu-á Hotel, Rita falou por cerca de uma hora sobre cores, tendências e estilo. Com uso da tabela de combinação de cores – Circúlo Cromático foi ilustrado os tons e suas respectivas combinações: Complementar, Split, Triad e Tetrad.

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Rita apresentou outros serviços de consultoria oferecidos tais como:

Visagismo Facil e Análise Corporal, Teste de Coloração pessoal (nesse processo ocorre a identificação das cores que harmonizam e salientam a beleza natural de cada um), Saúde da pele e automaquiagem, Style in Home, Personal Shopper (orientação nas compras), e personal Express.

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Heroína salientou diversas vezes que o gosto pessoal deve ser sempre valorizado, pois é isso que define a personalidade e que na dúvida usar sempre o bom senso.

No final foi servido o cocktel aos participantes.

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LUIZ GONZAGA É

LUIZ GONZAGA É
Luiz Gonzaga é saudade
Plantada no coração,
É a nordestinidade
Pulsante em cada baião,
Cada xote, cada forró
Luiz Gonzaga é um só
Mais vale por um milhão.

Luiz Gonzaga é sertão
Numa noite enluarada,
É xaxado e é baião
Num terreiro de latada,
É um forró “desbuiado”
Pelos dedos “molengados”
Conduzindo a sanfonada.

Luiz Gonzaga é estrada
Dos cantores nordestinos,
É uma fonte iluminada
Por Lampiões Virgulinos
É o barro cru e moldado
É o retrato falado
Bem dizer de Vitalinos.

Luiz Gonzaga é um sino
Anunciando o inverno,
Tem a destreza e o tino
De um sertanejo moderno
Com sua visão futurista
Que soube ser um artista
Que pra sempre será eterno.

Luiz Gonzaga é o terno
Que veste nosso vaqueiro,
Com seu cantar bem fraterno
Magnífico sanfoneiro,
Fiel às suas raízes
Pacificador de crises
Um exemplar brasileiro.

Luiz Gonzaga é o cheiro
Dessa musicalidade,
Do nordeste o primeiro
A abrir portas de verdade
Pelo Brasil espalhando
Seu forró e encantando
A toda sociedade.

Luiz Gonzaga é autoridade
Quando o assunto é sertão,
É como um canção que invade
O alpendre do casarão,
Canta alto, se balança
Se mostra firme e dança
Seja qual for a canção!

Luiz Gonzaga é cacimbão
Onde bebe muita gente,
É a fonte de inspiração
Do sanfoneiro descente
Que com fé no “Padim Ciço”
Mantém firme o compromisso
De tocar a arte em frente.

Luiz Gonzaga é o batente
No oitão da moradia,
Onde a mulher sorridente
Faz do batente sua pia
“Ariando” uma panela
De forma simples, singela
Cantando a Ave Maria.

Luiz Gonzaga é um dia
De adjunto no roçado,
Onde com a maior alegria
A DEUS se pede obrigado
Pela colheita feliz
Enquanto canta a cordoniz
Que dá também seu recado.

Luiz Gonzaga é o brado
Do sertanejo da gema,
É como foice ou machado
Cortando uma jurema,
Despenca de “riba” a baixo
Feito enchente no riacho
Modificando o sistema.

Luiz Gonzaga é poema
Simples, porém composto,
É infinidade de tema
Pra quem escreve com gosto
É o amanhecer de um dia
Irradiando a poesia
Dum fim de tarde em agosto.

Luiz Gonzaga é o sol posto
À tardinha lá na serra,
É a brisa leve no rosto
É o bafo quente da terra,
É a arte em ebulição
É o retratar do sertão
Que nunca mais se encerra.

Luiz Gonzaga é a guerra
Que faz mostrar o nordeste,
Destemido e não emperra,
Que luta, vence e investe
Com a sanfona e sua voz
Guerreou muito por nós
“Caboco”, Cabra da peste.

Luiz Gonzaga é inconteste
De reinado absoluto,
Mesmo na côrte celeste
Continua dando fruto,
Eterna é sua majestade
E será pela eternidade
Um nordestino impoluto.

Luiz Gonzaga é astuto
Criador do nosso baião,
E com seu jeito matuto
Conquistou essa nação
Ano do seu centenário
Verdadeiro relicário
Embaixador do sertão.

Luiz Gonzaga é ação
Da arte do sertanejo,
Que canta com o coração
Que tem no jeito um traquejo,
Que se agarrou ao sucesso
Fez-se o maior do universo
Realizou seu desejo.

Luiz Gonzaga é ensejo
Que nasceu pra ser história,
É do nordeste um festejo
É a alegria compulsória
Que faz chover no sertão
Xote, xaxado e baião
E um gosto bom de vitória.

Luiz Gonzaga é divisória
Na cultura nordestina,
A sua obra é sua glória
A sua arte é sua sina,
Parceiros, compositores
Amigos e seguidores
E o som da sua concertina.

Luiz Gonzaga é neblina
Num fim de tarde bem quente,
É a cantiga matutina
Dum cantador de repente,
É triângulo tilintando
É zabumba zabumbando
E uma sanfona plangente.

Luiz Gonzaga é nascente
Jorrando a sua magia,
É o casamento contente
Da sanfona e a poesia
É o vaqueiro aboiando
E o gado todo juntando
No final de mais um dia.

Luiz Gonzaga é a energia
Própria do nosso “caboco”,
Fez da sanfona sua guia
Pra lhe tirar do sufoco,
Exemplo de perseverança
Fez do adulto a criança
Dançar “sala de reboco”.

Luiz Gonzaga é um pouco
De tudo que o sertão tem,
De coisa bela, de louco
Dum “toicizim” com xerém,
Dum “caboco” “inzambuado”
Com a morena atracado
Só dançando o xenheném.

Luiz Gonzaga é um bem
Que faz um bem de verdade,
Pra quem herdou e mantém
Toda a sua humildade,
É de DEUS um abençoado
Rei eterno e aclamado
Por toda posteridade.

Luiz Gonzaga é vontade
De melhorar o sertão,
É a voz da liberdade,
Da arte e indignação.
Da mais pura inteligência
Pela sua irreverência
Com a sanfona e o gibão.

Luiz Gonzaga é inspiração
Que fala alto em meu peito,
Por ser fã de Lampião
Vestia-se do mesmo jeito,
Homem de boa cachola
Foi professor sem escola
Foi um honrado sujeito.

Luiz Gonzaga é respeito
Respeitado e respeitoso,
Mesmo sem cursar Direito
Advogou corajoso,
Em favor dos oprimidos
Dos menos favorecidos
Por isso que é grandioso.

Luiz Gonzaga é valoroso
Filho de seu Januário,
Exuense primoroso
De ambiente agrário,
Da Fazenda Caiçara
Na qual foi sua seara
E seu maior itinerário,

Luiz Gonzaga é cenário
De noite de São João,
Onde o rico imaginário
Do povo bom do sertão
Faz o maior arraiá
Que é pra poder festejar
Cem anos de Gonzagão.

Luiz Gonzaga é lição
Que o nosso povo carece
De força e superação
De arte, de Amor e prece,
Cem anos desse “caboco”
Que cantou de tudo um pouco
E o mundo todo o conhece.

Luiz Gonzaga oferece
Mesmo depois de partir,
A música que enriquece
Quem se propõe a ouvir
Tal e qual uma rendeira
Faz da arte a verdadeira
Identidade do “sentir”.

Assim tentei definir
Com inspiração e fé,
Não foi fácil resumir
Acho pretensão até,
Fazer versos a granel
Tentar botar num cordel
O que Luiz Gonzaga é.

ADAUBERTO AMORIM

Então vamos começar a festa! As Anjas

Foto de Divulgação da estreia. Nívea Uchoa 2003
Amélia, a mulher de verdade. Paula Mineia

Em 2003, um estudante do curso de Letras da Universidade Regional do Cariri juntou 8 jovens atrizes para montar um espetáculo teatral. O texto em questão era a comédia do Fortalezense Ueliton Roccon: As Anjas. Então, nominalmente, Mauro César convidou o elenco, montou, dirigiu e em quatro de dezembro de 2003 no Salão de Atos da URCA estreou a montagem despretensiosa que mudaria a vida dos envolvidos. As atrizes, na sua maioria não se conheciam, no máximo já havia cruzado pelos corredores do Centro de Humanidades do Campus do Pimenta. O talento da equipe arrancou risos e gerou convites e o grupo de desconhecido virou companhia teatral.

Afonsina. Rita Cidade

As Anjas criaram uma legião de fãs e arrastou multidão por onde passaram. Colecionou vários prêmios e ainda hoje gera uma nostalgia agradável em que assistiu.

Pegamos alguns depoimentos:

“Assisti a peça em um Overdoze da Mostra Sesc às 4h da manhã, talvez a mais de uma década. Vi As Anjas no teatro do Sesc Crato e certamente foi um espetáculo que me abriu os horizontes no que diz respeito a teatro. Uma das primeiras experiências cênicas e certamente uma das mais importantes” Alexandre Xamex Produtor Cultural

“Eu acho uma peça maravilhosa, divertida e cativante. Era muito bom ver as meninas em cena interpretando com tanta naturalidade, mesmo que no início ninguém era profissional e ainda assim faziam tudo com tanta vontade que ficava tudo muito bom” Patricia Gomes – Servidora Pública

Eulália. Erika Souza

“Lembro de nem conseguir encostar os pés no chão quando sentava numa cadeira da plateia pra vê-las. Invariavelmente eram os ensaios antes das apresentações, a organização do palco, a festa de sempre. Pelo menos eu sempre sentia ser uma festa por ser sempre recebida com abraços e sorrisos. Eu era bem pequenininha e ainda assim decorava falas inteiras e até ensinava pra uma amiga da escola, na época ensino fundamental, pra que ela ficasse repetindo comigo. Eu queria ser uma Anja quando crescesse.
Lembro de uma vez, numa segunda sessão acho que inesperada, no Teatro Raquel de Queiroz, que eu por ter ido tão cedo, já cansada, cochilei na cochia. Lembro de Mifilho* chegar em casa depois de uma segunda sessão no BNB, noutro dia que só vi a primeira, dizendo ter sido uma das – senão a melhor – apresentações que ele já vi(ve)u. Lembro desses dias, dos improvisos, dos risos nos quatro cantos do palco e fora dele e fico feliz. E tem também um monte de coisas que não vivi de corpo presente mas que eu quase podia sentir só pelo entusiasmo e amor de Mifilho ao me contar.

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Penha. Irany Vieira

E algumas situações ele não contou só uma ou duas vezes, mas fossem mil nós cairíamos na gargalhada todas as vezes… porque se tem uma coisa que “As Anjas” é, é pulsante. Alegria, saudade, paixão… tudo pulsa forte quando se vive ou, como agora, se lembra. E eu lembro de algumas falas, de todos os rostos, dos figurinos, do cenário, de alguns encontros e de como era bom e eu ainda gosto tanto de ser a ‘irmazinha de Cadu’. Perdi a conta de quantas vezes entrei num teatro pra vê-las e de quantos amigos levei – alguns depois de perturbar muito antes e durante o espetáculo por ficar adiantando algumas falas. Fã chata, confesso. Mas admiradora apaixonada, garanto.” Karol Vieira – Bibliotecária

“‘Juntas estamos, juntas ficaremos…’. Não sei quantas vezes ouvi esse grito de guerra. Não sei contar quantas gargalhadas dei. Não sei quantas vezes me emocionei e me surpreendi. ‘O tempo passou e eu sofri calado, não deu pra tirá-las do pensamento’, quem as viu,  não consegue. A história ainda esta viva e dela trouxe referências pra vida.

Constança. Maria Luisa Martins

As Anjas,  tão pastelão,  tão drama mexicano, tão briga de vizinho, tão a casa caiu,  tão cheia de talentos, tão a nossa cara, marcou nosso imaginário e nos fez felizes em prestigiar.” Gustavo Marques – Historiador

As adpatações no texto, construido pelas próprias atrizes foram o grande diferencial para o sucesso da montagem. Mesmo sem muito amadurecimento profissional, As Anjas, intuitivamente, conseguiam trabalhar a comédia tetral de forma arrojada e dinamica. Em uma paresentação de despedida, realizada no Teatro Rachel de Queiroz em Crato, o grupo lotou sessões e arrancou lágrimas emocionadas dos fãs que se colocavam como órfãos naquele momento, pelo anunciado fim da tragetória. Tempos depois o grupo se reuniu novamente com a mesma energia e o mesmo sucesso. A equipe confrateriza ainda hoje como uma espécie de clã. A amizade e carinho de todos é pulsante, dando continuidade as sete anjas do apocalipse, mesmo que fora dos palcos.

Denise. François Alcantara.

Algumas mudanças foram feitas no decorrer do tempo e para que ninguém fique de fora, listamos aqui as atrizes que passaram pela montagem nesses 12 anos:

Rita Cidade: Afonsina/ Angelina
Paula Mineia: Amélia
Erika Souza: 1ª Eulália
Irany Vieira: 1ª Penha
Maria Luísa Martins: 1ª Constança
Debora Santos: 1ª Deise
François Alcântara
: 1ª Denise
Muriel Paulino: 3ª Deise/ 2ª Eulália
Francilene Calixto: 2ª Deise/ 2ª Penha
Katyússia Fernandes: 4ª Deise
Tatiane Araújo: 2ª Denise
Arlet Almeida: 3ª Eulália
Bertha Lúcia: 2ª Constança.

Curiosidades: Mirela Tavares, fez Angelina nas primeiras apresentações no prólogo quando As Anjas ainda estavam no colégio.

No dia da sessão de Fotos para divulgação da estreia, a atriz Debora não pode comparecer e Sara, uma amiga do Diretor Mauro fez a Deise no ensaio:12318463_469272279919295_1265839214_o

 

Uma amizade, um segredo, doze anos…

Você assistiu a esse espetáculo? Conte-nos suas sensações.

*Como era chamado Cadu Vieira, iluminador de As Anjas.

Adiamento do Workshop de Investigação Cênica

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O Foobá, e as demais entidades organizadoras do Workshop Investigação Cênica comunicam a transferência da data da referida formação de dezembro de 2015 para março de 2016. O motivo do adiamento, deve-se ao fato da uma intensa agenda de trabalho dos envolvidos no projeto no eixo Rio – São Paulo, atendendo normas contratuais com emissora de televisão, iria comprometer algumas das atividades previstas no workshop. Cientes da importância de oferecer a melhor experiência possível para os inscritos, decidimos por adiar o projeto.

Informamos aos inscritos que suas vagas estão garantidas para a nova data e ainda que há a opção de cancelamento de inscrição com seu respectivo reembolso. Nos colocamos a disposição para dirimir quaisquer divergências.

Justificamos a transferência da data do evento e desculpamo-nos pelo transtorno, contando com a compreensão de todos!

White Party Sunset 3.0 – Promoção

Vai rolar a maior festa eletronica que o Cariri já viu.

Sorteio de ingressos no instagram
Sorteio de ingressos no instagram

Pela 1• vez o hotel Pasargada abre suas portas para Realizar a Maior festa Eletronica do Cairi!!
Com o melhor Dj do Brasil Paulo Pringles- direto da Radio Jovem Pan – São Paulo- Brasil
Serã 16h de Musica, começando com um Sunset.

Programação:

Dj Renata Dib – Fortaleza;
Dj Marcelo Novitty – Joao Pessoa;
Dj ladio;
Dj Fê Marques;
Dj Iago Marinho;
Special GuestValdo Lima e Tiago Anderson

Serviço

Vendas de Ingressos:
Loja Sergios: Cariri Shopping
Ótica Albano: Rua conceição, 406- centro
Cavalline Conceito: Rua Pio x, 434- Salesianos

Informações vendas de Chalés e Apartamentos:
85 99830.8000/88 99632.4640

Cia Oitão de Teatro apresenta Cacos para um vitral em Juazeiro

A Cia Oitão de Teatro apresenta o Espetáculo “Cacos para um vitral” nos dias 04 e 04 de Dezembro, em juazeiro do norte, na ADC – Associação de Dança Cariri.

“Cacos para um vitral” é a exposição e reflexão das sensibilidades em sua precariedade humana. Trata-se de uma dramaturgia baseada no sensível, com fragmentos da poesia de Adélia Prado e a musicalidade da atriz, pianista e cantora Cida Moreira, para compartilharmos com o espectador um espetáculo que transita entre a teatralidade e a performatividade.
Serviço:
Espetáculo “Cacos para um vitral” da Comum Unidade Oitão de Teatro
Na ADC – Associação Dança Cariri
Rua: São Francisco, 836 – Juazeiro do Norte/CE
Às 19h30
Ingressos: R$ 10,00 (Inteira) R$ 5,00 (Meia e antecipado)

Nuria Mallena e convidados

O poder encantador da voz de Nuria Mallena, vai encantar os caririenses nessa quinta-feira, dia 26 de novembro.

Nuria Mallena é cantora, compositora e instrumentista brasileira. Começou sua carreira aos 10 anos, na pequena cidade de Ouricuri, no sertão de Pernambuco.

Aos 15 anos mudou-se para a Capital, Recife, para estudar, e acabou participando de vários festivais de música pela cidade.
Aos 25 a cantora mudou-se para o Rio de Janeiro, onde pode dedicar-se integralmente à sua arte. No Rio, Nuria tocou nas principais casas de shows da cidade, conhecendo e se influenciando pelo som dos amigos e parceiros musicais, participou de vários Saraus, viajou em turnê com o projeto Solo em Companhia, ao lado de Luis Kiari e Daniel Chaudon.
No início de 2011, durante um pocket show, ela foi convidada pra fazer parte da trilha Sonora da novella Cordel Encantado, onde a música Quando Assim foi tema de personagem. A novela foi uma obra lindíssima e a música foi uma das mais tocadas aquele ano.
Em seguida foi escolhida “Artista Faro” do programa Faro MPB – programa que divulga novos artistas da cena musical brasileira. Foi convidada para participar do Programa Som Brasil, numa homenagem ao Nordeste dos anos 70, onde cantou ao lado de Elba Ralho e Geraldo Azevedo. Abriu shows de cantores como Nando Reis, Roberta Sá e Clarice Falcão e integra, junto com artistas do primeiro escalão, o primeiro livro do renomado fotógrafo Daryan Dornelles, intitulado Retratos Sonoros.
Em junho de 2014 finalmente lança seu primeiro CD produzido pelos respeitados produtores musicais Álvaro Alencar e Christiaan Oyens. O show de lançamento deste CD aconteceu no Teatro Solar de Botafogo (RJ) e foi muito elogiado pela crítica e público.
Após o lançamento, Nuria Mallena apresentou-se em outros palcos da cidade, como Studio RJ, Teatro Café Pequeno, Teatro Sérgio Porto, Melt, Nuth e demais casas de shows.
Foi convidada pela Rede Globo para fazer parte do projeto Jovens Tardes, junto com vários artistas. Desse projeto foi lançado o cd Jovens Tardes. Onde interpreta a música Tempo Perdido, do Legião Urbana e canta a sua música Escolha. Integra também o grupo de compositores do DVD Sarau lançado pela Universal Music e tem músicas gravadas por artistas como Diego Moraes, Daniel Chaudon, Romero Ferro e outros.
Recentemente foi convidada pela Rádio Nova Brasil FM para fazer parte do projeto Novidades Nova Brasil FM, realizado em parceria com a Central da Música, e está na programação da radio com a música Provocar. Até o final do ano será lançado um cd desse projeto.
Está agora concluindo a finalização do Clipe A Louca e a Bicicleta, com roteiro de Manuela Dias, direção de Luiz Valcazaras e participação de Bianca Bin e Pedro Brandão. Lançamento previsto pro Segundo semestre de 2015.
Serviço:
Nuria Mallena
26 de novembro de 2015
Casarão Boteco em Crato
Participação: Vinicius Zui e Valdi Junior
Ingresso: R$30,00

A galera da Feira da Música Cariri

Já na sua 14º edição em Fortaleza, a Feira da Música, após várias articulações finalmente dá o ar da graça ao Cariri. Ela acontece de 23 á 28 em Crato, utilizando os espaços do Centro Cultural do Araripe (RFFSA), entre outros locais.

A Feira traz para o Cariri, além dos shows de vários artistas caririenses e convidados de vários locais do Brasil, oferta um verdadeiro espaço de vivências e trocas de informações através das oficinas durante a semana do evento. Veja a seguir a galera que foi selecionada para se apresentar na Feira da Música Cariri.

Dom Rasta

Com suas referencias voltadas para o Reggae tradicional jamaicano, a Dom Rasta, vem desde 2010 fazendo o reggae roots, com repertório autoral, mas carregando referencias como Bob Marley, Don Carlos, Israel Vibration, entre outros músicos.

Skinny

Rapper juazeirense, iniciou sua carreira em 2007, em 2014 lançou sua mixtape “Sem Mais Delongas”. com influências como Racionais Mc’s, Azagaia, Black Alien, Tom Zé, entre outros, Skinny traz em seu repertório letras politizadas e românticas, desenvolvendo também freestyles.

Abidoral Jamacaru

Com 45 anos de palco Abidoral já é um musico conceituado no cenário brasileiro, participou de várias coletâneas e tem parcerias com Patativa, Alano de Freitas, Geraldo Urano, entre outros, bem como músicas gravadas por artistas como Elza Maria, Aparecido Silvino, Luiz Carlos Salatiel, e vários outros músicos do cenário brasileiro.

Dextape

Ex integrante do grupo monastereo, Dextape é um rapper que está sempre fazendo novas experimentações e inovando em suas apresentações, em suas músicas sempre preza pela valorização das suas identidades e da cultura nacional.

Dudé Casado

Não é a primeira vez que Dudé Casado estampa ás páginas deste portal. Ele esteve presente na edição da Feira da Música em fortaleza, e também estará na edição caririense. Nem preciso falar muito dele, mas para quem não conhece, Dudé Casado, é cantor e compositor, e seu estilo é o Rock n’ Roll, ao estilo anos 70. Confira você mesmo:

Nuverse

Figuras também carimbadíssimas do foobá, a Nuverse é uma banda caririense, que tá ganhando o mundo aos pouquinhos (e que prospere cada vez mais). A música da nuverse tem referencias no jazz, funk, rock e new wave (saindo até um samba, vez em quando), trazendo no enredo, problemas sociais do homem moderno, para serem debatidos de forma bem humorada.

Quebra Tranca

Na onda dos power trios (que estão tomando conta do cariri) a Quebra Tranca nasce em meados de 2012 no crato, procuram ter uma temática inovadora, tanto que não definem qual seu exato gênero musical, mas podemos dizer que é algo que viaja entre o rock n’ roll, samba, blues, jazz e funk, e por ai em diante.

Irmandade Rap

Com composições voltadas para problemas sociais como as drogas, as dificuldades da periferia e a falta de compromisso dos governantes, a Irmandade Rap, vem pra mostrar a realidade, e bater de frente com o sistema.

Navidon

A banda busca preservar os elementos do hard rock, organizados também em trio, fazendo o som brutal com baixo, guitarra e bateria. nas letras trabalham problemas presente no mundo, como guerra e corrupção, a banda é influenciada por músicos e compositores como Phil Lynott, James Hetfield, Geddy Lee e Neil Peart.

Luciano Brayner 

Com mais de 20 anos de carreira, é cantor, compositor, arranjador e instrumentista. Ja esteve com apresentações pelo Brasil inteiro. Pifeiro entusiasmado, esteve com os Zabumbeiros Cariris em várias ocasiões, hoje se apresenta solo, e vez em quando com o projeto samba de feira, que é desenvolvido junto com os Zabumbeiros Cariris e com o acordeonista Ranier Oliveira

Samba Di Rumbê

Em busca da difusão da cultura africana, o grupo Samba di Rumbê, vem trazendo o samba do recôncavo baiano. Tendo lançado recentemente seu cd: “Quem não samba bate palma”, de forma independente a banda levará o samba de roda pra Feira da Música.

O Alumioso

Com instrumentos de materiais como cabaça, restos de madeira, fibra vegetal e plástico, a orquestra O Alumioso traz um som erudito instrumental armorial. O show faz um intercambio entre os sons da música nordestina e a ancestralidade europeia.

Para saber mais informações sobre a Feira da Música, fique ligado nos canais oficiais:

www.facebook.com/feiradamusicafortaleza

www.feiradamusica2015.com/2015/index

Banda Nuverse disputa vaga em Festival Nacional de Bandas de Garagem

A banda de funk / rock caririense Nuverse, está participando de uma votação online para participar do Festival Nacional de Bandas de Garagem de Linhares. O Festival acontece em Linhares (dã), Espírito Santo, e luta para representar o Nordeste dentro das 30 bandas que serão selecionadas para tocar no festival.

O Festival, que acontecerá em Janeiro de 2016, já conta com 80 bandas de rock, reggae, MPB, forró pé-de-serra e pagode inscritas disputando os votos do internautas.

Para ajudar a levar o som do Cariri pro Espírito Santo basta acessa o link a baixo e curtir o vídeo. E, claro, pedir para todos os amigos fazer o mesmo. Mas cuidado, apenas curtidas diretamente no vídeo são válidas. Curtidas em compartilhamentos, por exemplo, não são computadas.

Clique aqui para visualizar o vídeo o Facebook e curtir.

Conheça um pouco mais do som da Nuverse ouvindo o CD “Teias”, lançado em setembro de 2015:

Quem é esse povo da Mostra Sesc 2015?

Estando na sua 17° edição a Mostra Sesc conta com uma programação diversificada em diversas áreas e que contempla várias cidades caririenses. Mas quem são os artistas da Mostra Sesc? a seguir falaremos sobre os músicos que estão compondo a programação da Mostra.

Cabruêra (PB)

Á mais de 10 anos na estrada, os paraibanos da Cabruêra ja tem 4 CDs gravados, e uma carreira que conta com shows em todo o Brasil e no Exterior. São quatro meninos que foram estudantes da universidade federal de campina grande, são eles: Arthur Pessoa, Pablo Ramires, Edy Gonzaga, e Leo Marinho.

A banda participou de várias mostras em todo o mundo, um de seus cd’s forma distribuídos internacionalmente, principalmente na europa, e sua musicas foram gravadas em mais de 20 coletâneaS, chegando em até países da ásia.

Cabruêra faz show na mostra no dia 14, ás 21h, lá no Sesc de Juazeiro do Norte, confere o som dos caras:

Edu Krieger (RJ)

Grande compositor carioca, Edu ja teve seus sucessos cantados nas vozes de: Maria Rita, Ana Carolina, Roberta Sá, Maria Gadú, Teresa Cristina, além de Pedro Luís e a Parede, Casuarina, Ara Ketu, Falamansa, Pedro Miranda, Ryta de Cássia, Sururu na Roda, Moyseis Marques, Silvia Machete, Trio Nordestino, Bangalafumenga, Aline Calixto e vários outros.

Tem vários prêmios em sua carreira, e está na ativa desde 1993, sua obra revela uma aguda percepção do cotidiano urbano, traduzida em melodias memoráveis e singelas. Apesar do rigor na construção poetica de suas músicas, segundo Edu, suas música no geral são de fácil compreensão.

Edu Krieger sobe no palco da Mostra, no dia 16 ás 21h, no sesc de Juazeiro do Norte. Se liga no som do Edu:

Saulo Duarte e a Unidade (SP)

Paraense, mas residente de São Paulo, Saulo Duarte, traz nas musicas que compõe fragmentos esparsos das experiências pessoais dele, em que as celebrações da vida e as desilusões amorosas se misturam à cidade e aos acontecimentos da ordem do dia.

Saulo, e sua banda A Unidade, preferem o suor e o sorriso dos músicos, ao uso da técnica pela técnica, também preferem a sinceridade das letras e a simplicidade dos arranjos.

 

Saulo Duarte e A Unidade, estará na Mostra, no domingo 15, na RFFSA, as 20h. Dá uma olhada no trabalho dos caras:

Alessandra Leão (PE)

Na estrada desde 1997, Alessandra começou sua carreira no grupo ComadRe Fulozinha, ao lado de vários músicos brasileiros e de outras nacionalidades. Em 2006 deu inicio ao seu trabalho autoral, que ja conta com cinco álbuns.

Alessandra, vem ao cariri com as músicas do seu últimos disco. que você pode baixar gratuitamente no site da cantora. A pernambucana de Recife, toca no dia 15 ás 19h no Sesc de Juazeiro do Norte. Confira o lindo trabalho da Alessandra:

Bixiga 70 (SP)

Juntando o afrobeat, com a música brasileira e o jazz, Bixiga 70, traz inflûencia de vários músicos africanos e brasileiros, como por exemplo o nigeriano Fela Kuti, e os brasileiros Gilberto Gil e Chico Science. A banda já lançou cinco cd’s, e alguns deles com versão em lp também.

Bixiga 70 ja iniciou a carreira sendo considerado um dos melhores shows de 2010, pelo guia da folha de são paulo, lançando no ano seguinte seu primeiro cd. A banda se apresenta dia 16 ÁS 22h, na RFFSA. Confere o som do Bixiga 70.

Pepe Já Tirei a Vela (MG)

Inspirados por Chapolin Colorado, a Pepe Já Tirei a Vela, começaram a se apresentar em janeiro de 2014, passando o chapéu em bares, de Belo Horizonte. A banda toca todos os temas de blues desde o inicio do seculo XX, a banda é composta por quatro integrantes sendo eles: Thiago Rocha Mello (Violino) Pablo Barcelos (Violão) Raíssa Uchôa ( Baixo acústico) e  Rogério Sena (Bandolim).

A Banda se apresenta dia 16 ás 16 horas em jardim, bora curtir o som dessa galera.

Zé Paulo e Cainã Cavalcante (RJ/CE)

violonista carioca Zé Paulo Becker está lançando com seu colega cearense Cainã Cavalcante o CD “Parceria”. O cd tem dez faixas, sendo oito de Zé e duas de Cainã, contendo um repertório  baseado numa maneira bem brasileira de se tocar violão. Gêneros como choro, baião, coco, samba e galope marcam as composições.

Os dois estarão na praça do cruzeiro dia 14 ás 17:30 em Crato.

Entrevero Instrumental (SC)

Tendo participado de diversos festivais, e tendo vários prêmios em sua carreira a Entrevero Instrumental, conta com cinco integrantes que são: Arthur Boscato (violão sete cordas), Diego Guerro (acordeon), Jota P Barbosa (saxofone), Filipe Maliska (bateria) e Rodrigo Moreira (baixo). A banda já fez turnês em paises europeus, e seu último Cd lançado em 2013, Êxodo, é vencedor do premio funarte de música brasileira daquele mesmo ano.

 

A banda estará se apresentando na mostra no dia 15, ás 17:30 na Praça do Cruzeiro, em Crato. dá uma conferida no som da Entrevero Instrumental.

Oxent Groove (PB)

Tendo surgido como uma proposta inovadora a Oxent Groove, nasceu com o objetivo de dar uma nova roupagem a músicas clássicas, com arranjos feitos pela própria banda: uma releitura de obras de arte. Atualmente a banda vem divulgando seu primeiro CD oficial: Os 4 Cabras, que une as experiências musicais de seus integrantes, e convidados, com musicas autorais.

Dia 17, ás 17:30 na Praça do Cruzeiro em Crato, a banda vai estar fazendo seu show, olha o que eles vão aprontar por la:

Geraldo Júnior (CE)

Caririense, Geraldo Júnior, traz em seus shows uma pluralidade de elementos das manifestações artisticas da cultura popular. Sendo elas o reisado, o coco, a banda de pífano, mesclando-se com musica eletrônica, rock n’ roll, entre outros estilos. Seus shows também são marcados por serem espetéculos de múscica, com dança e performances.

Geraldo estará no Sesc de Juazeiro do Norte, dia 16 ás 19 horas. Confere o que você pode encontrar no show dele.

Fanfarrada (RJ)

Animando desde casamento de boneca á batizado de cachorro, a Fanfarrada, toca o que habita entre o passado, o presente e o futuro, o que está entre Mississípi e Caruaru, dando á volta ao mundo, com musica de gente famosa, ou internacionalmente desconhecida.

A Fanfarrada está na mostra com duas apresentações, em crato no dia 14 ás 18 horas, e dia 15 em Juazeiro do norte também no mesmo horário.

Bongar (PE)

Com influências de cultos Afro-Brasileiros, a Bongar, nasce em 2001 apresentando ritmos tocados na nação Xambá á 40 anos. com músicos ligados ao Terreiro Xambá, do Quilombo Portão do Gelo, de Olinda, a Bongar já tem três CD’s gravados, e também fizeram trabalhos nos pontos de cultura, bem como na Europa e na África.

China (SP)

 

Com quase quinze anos de carreira e três CD’s lançados, China é um artista polivalente, que alem de fazer do começo ao fim, ainda arruma tempo pra outros projetos. Contribuiu para discos de vários artista consolidados, ele também já fez trabalhos para tv e rádio. Atualmente está focado em divulgar seu álbum Telemática, disco este que fará show na Mostra Sesc.

China se apresenta dia 15 ás 22h, na RFFSA em Crato. confere um pouco do que vai rolar no seu show.

Márcio Resende (CE)

Carioca residente em fortaleza, Márcio Resende é professor de música da UECE, e leciona Harmonia Popular e Erudita,Saxofone, Arranjo e Contraponto. Marcio estará na mostra no dia 16 ás 17:30 na praça do cruzeiro em Crato.

Nazirê (CE)

Figuras carimbadíssimas do Foobá, a Nazirê nasceu no prazer de cantar reggae. hoje elas já conta mais de 1 milhão de acessos em seu canal do youtube. As letras trazem temáticas de luta, resistência e liberdade, levando energias e vibrações positivas para o público.

A Nazirê se apresenta dia 14 ás 19 horas no Sesc de Juazeiro do Norte. Dá uma olhada no trabalho dessas meninas.

Skafandros Orkestra (SP)

Com ritmos africanos, mais precisamente jamaicanos a Skafandros Orkestra, traz também em suas musicas ritmos regionais como choro, baião, frevo, maracatu e ijexá. Fazendo releituras de grandes nomes da música brasileira como Caymmi, Moacir Santos e Villa-lobos, a orquestra mistura a brasilidade no balanço da música jamaicana.

A Skafandros Orkestra estará na mostra dia 15 ás 21 horas na RFFSA em Crato, confere ai.

Mestre Chico Paes (CE)

Natural de Assaré e com 90 anos de idade, o Mestre Chico Paes, agricultor e músico, Chico tocou durante sua vida com Patativa do Assaré, e fazia da música uma de suas fontes de renda. Notabilizado como o maior sanfoneiro de fole do sertão dos Inhamuns, Chico tem um CD gravado com apoio da UFC, que descobriu seu trabalho recentemente.

Chico e seus 8 baixos estarão encantando o povo da mostra, no dia 14 ás 19 horas na RFFSA, em Crato, dá uma olhada no trabalho deste grande mestre.

 

Sergio Castanheira (RJ)

Músico e professor de música, Sergio castanheira em uma escola regular, o professor também posta vídeos em seu canal no youtube com noções para se tocar instrumentos musicais. Sergio toca na Mostra Sesc, dia 16 ás 17 horas em Santana do Cariri. Confere o trabalho do cara.

Lorena Nunes (CE)

Iniciando sua carreira em 2010 com o Coletivo Comparsas, Lorena hoje em carreira solo, percorreu várias cidades do Brasil em festivais e casas de show. Também esteve em turnê em Cabo Verde (África), numa parceria de instituições dos dois países. Seu atual trabalho de circulação é o CD Ouvi Dizer que lá faz sol. que você pode baixar gratuitamente no site da cantora.

Lorena estará dia 16 ás 20 horas, na RFFSA em Crato, abrilhantando a programação da mostra. Confere o trabalho dela que está lindo!