Pedagogo, Presidente do Conselho Municipal de Políticas do Crato-CE, integrante do Coletivo Camaradas e da Comissão Cearense do Cultura Viva.
Nas periferias, o trânsito humano é fundamental para o processo de humanização e construção de um sentimento comunitário.
Uma cidade que reflete o seu caráter classista e antagônico. Conceitualmente direito à cidade, está intimamente alinhado aos interesses das camadas populares.
Ainda persiste nos municípios a política do bolo, café e da miudeza no campo da gestão cultural. O apadrinhamento, ou seja, a mão do estado operando para os mais próximos e os seus interesses há muito tempo é repudiada e não pode ser confundida como política pública para a cultura.
A espacialidade para o estudo não pode ser arquitetada fora da ciência da educação, pois a escola não pode ser tratada como um amontoado de caixas dentro de uma caixa; a escola não é um conjunto de salas de aula.
É do senso comum e de âmbito familiar, em especial no seio das camadas populares expressões do tipo “Se não você não estudar não será gente”, “Estuda para ser gente”, “Quem não estuda não consegue ser gente”. No campo da pedagogia, essas expressões precisam ser apuradas na sua essência, pois estão diretamente ligadas as concepções pedagógicas de educação e ao processo de manutenção e transformação social.
O desafio da gestão democrática e participativa das cidades reside em ampliar vozes
A noite estava mais escura, as luzes dos postes e das casas deviam ter se cansado ou se reuniram para fazer greve. Quando as luzes se apagam, sem a nossa vontade, os que estão espalhados se juntam, parece até que o escuro é perverso ou que ele tira nossos olhos e nossa coragem.
A Lei de Proteção Social da Cultura recolou o principal marco regulatório das políticas públicas para a cultura no pais na centralidade das discussões
A cabeça daquele corpo estava ali entre as cabeças das bonecas e outras cabeças humanas.
Os programas de governos nas disputas eleitorais são importantes instrumentos para definir o perfil das candidaturas e o caráter possível dos governos eleitos. Apesar dos programas de governos não serem o vetor que possibilita na maioria das vezes a vitória eleitoral, tendo em vista, que historicamente, as eleições são decididas pelo poderio econômico, basta ver o caráter de representação parlamentar nos três níveis federativos, a maioria dos eleitos entram pelo caminho do suporte financeiro de suas campanhas e não pelas suas proposições.